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Aplicações Móveis

GUIA DE BOAS PRÁTICAS PARA APPS

Guia de boas práticas de usabilidade para aplicações móveis

Guia para Apps

A utilização de dispositivos móveis tem vindo a crescer e em 2018, segundo a Statista, 48,2% do tráfego de Internet foi realizado em dispositivos móveis. Com este número significativo de utilização de dispositivos móveis, quando um serviço da Administração Pública Portuguesa cria uma aplicação móvel para disponibilizar os seus serviços, deve ter em conta a usabilidade dessa aplicação por forma a garantir o acesso fácil e universal à aplicação e aos serviços públicos nela disponibilizados, permitindo dessa forma a sua adoção pelos cidadãos e empresas.

Na nossa análise, identificámos que grande parte dos guias de usabilidade existentes estão focados na navegação em computadores desktop e não abordam as especificidades presentes em dispositivos móveis. Por esta razão, considerámos ser de enorme relevância criar o presente guia no qual apresentamos o que consideramos as boas práticas de usabilidade para aplicações móveis, como complemento às já disponibilizadas em usabilidade.gov.pt.

Este documento apresenta um conjunto de boas práticas gerais e um conjunto de boas práticas ao nível dos componentes da interface das aplicações.

Para além dos exemplos e boas práticas apresentados neste guia, é recomendado que sejam seguidas as recomendações do fabricante do sistema operativo para dispositivos móveis. Pode consultar estas recomendações online, nos sites dos principais fornecedores de dispositivos móveis:

 

Como pressuposto, e de acordo com o DL nº 83/2018, uma Aplicação Móvel é o “software de aplicação concebido e desenvolvido para utilização pelo público em geral, em dispositivos móveis, nomeadamente telemóveis inteligentes (smartphones) e tablets, excluindo o software que controla esses dispositivos (sistemas operativos móveis) e o hardware;”

Como nota adicional a esta introdução, gostaríamos de salientar que tal como para outras soluções tecnológicas, no caso da criação de uma aplicação móvel no âmbito de serviços da Administração Pública Portuguesa, deverão ser seguidas as especificações estipuladas no Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RNID).